Sempre fui uma apaixonada pelo jornalismo. Na infância, largava os
brinquedos para colar uma folha na parede e ler, como se estivesse
apresentando um telejornal. Junto com isso, dividia meu tempo com minha
bonecas, com os contos de fadas e com todas as histórias da Barbie e das
princesas da Disney. E agora, estou aqui, cursando Jornalismo e podendo
realizar matérias sobre a magia dos contos de fadas. Quando essa pauta
foi sugerida, já coloquei ela embaixo dos braços e levei para casa.
Cuidei com carinho e me apaixonei. Difícil isso, afinal, depois de
apaixonada é complicado desapegar. Cortar a matéria? Como assim? De
jeito nenhum! Mas, foi preciso. O bom de produzir matérias para si
mesmo, sendo a gente o próprio público, é ter a oportunidade de
trabalhar com assuntos que mexem com nosso coração. Porém, o ruim é
conseguir reduzir para o necessário, abrir mão das falas dos
entrevistados. Cortar uma matéria sobre algo que se ama, dói. Mas, se
para ser jornalista eficiente isso é necessário, então que doa, mas
aconteça. Pois, maior que o amor pela magia dos contos de fadas, é meu
amor pelo jornalismo.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Sobre os desafios da estreia
Iniciar um trabalho é desafiador. Cursar a disciplina de Produção em Telejornalismo é desafiador. Começar o semestre na segunda aula, já com a tarefa de escolher um formato e um nome para o programa da turma, não tornou o desafio mais ameno. O que dizer, então, diante da ideia de assumir como editora da primeira edição?
Na aula seguinte, quando não havíamos decidido as pautas, e a professora me encarou, com seriedade, perguntando “Então vocês não têm nada definido? É isso?”, entendi o recado. A coisa era séria e eu precisava tornar isso claro para o pessoal. Se a editora quisesse alcançar popularidade, teria que ser em outra disciplina. Nesse cargo, a chance de se envolver em encrencas seria grande.
Mas, como a ideia de “bancar a chata” não me agradava, decidi arriscar a opção do serviço: coloquei-me à disposição para ajudar os colegas. De que maneira? Sugerindo pautas e entrevistados, lembrando prazos, elaborando o texto de apresentação, buscando soluções para problemas como falta de contato com a fonte...
O resultado ficou abaixo das expectativas iniciais, é verdade. Porém, considerando as dificuldades típicas de uma estreia, é possível afirmar que “funcionou”. A galera demonstrou respeito e disposição para trabalhar e esse clima de união marcou a primeira edição do Mímesis. Sendo assim, que venham as próximas vezes!
Na aula seguinte, quando não havíamos decidido as pautas, e a professora me encarou, com seriedade, perguntando “Então vocês não têm nada definido? É isso?”, entendi o recado. A coisa era séria e eu precisava tornar isso claro para o pessoal. Se a editora quisesse alcançar popularidade, teria que ser em outra disciplina. Nesse cargo, a chance de se envolver em encrencas seria grande.
Mas, como a ideia de “bancar a chata” não me agradava, decidi arriscar a opção do serviço: coloquei-me à disposição para ajudar os colegas. De que maneira? Sugerindo pautas e entrevistados, lembrando prazos, elaborando o texto de apresentação, buscando soluções para problemas como falta de contato com a fonte...
O resultado ficou abaixo das expectativas iniciais, é verdade. Porém, considerando as dificuldades típicas de uma estreia, é possível afirmar que “funcionou”. A galera demonstrou respeito e disposição para trabalhar e esse clima de união marcou a primeira edição do Mímesis. Sendo assim, que venham as próximas vezes!
Diana de Azeredo
domingo, 14 de abril de 2013
Um bloco e uma caneta e virei editora-chefe
Decidir como seria a primeira edição era o assunto da turma. Depois de separados os grupos, nós do grupo 2 começamos a pensar nas pautas e angulações, eu como sempre puxei a caneta e o bloquinho e comecei a anotar. Por livre e espontânea pressão do grupo, aceitei ser a editora-chefe do primeiro. Nunca antes na história da minha vida acadêmica (de cinco semestres) tinha exercido tal função. Encarei como um desafio em que teria que tomar decisões complicadas, usar muito a paciência e a tranquilidade para lidar com as crises.
Trabalhar com o grupo foi muito bom. Todos prestativos, entendiam quando eu pedia para que mudassem a pauta como no caso das meninas Moniquinha e Vania, quando eu dizia para a Dessa – essa tua matéria vai ficar linda – e quando eu disse para a dupla dinâmica Duda e Lu que o Fora de Casa estava nas mãos delas. Todas as matérias ficaram com a cara do que planejamos no grupo e o especial mostrou de verdade para o espectador como é morar fora de casa. Os apresentadores Jaque e Eduardo sofreram um pouquinho porque nunca tinham apresentado um tele e me fizeram sofrer junto com eles porque tentava deixá-los tranquilos mas foi difícil (hehe).
Digo e repito se for preciso! Ser editora-chefe de um telejornal não é nada fácil, mas quando se tem um grupo que trabalha junto, unido e com tranquilidade dá vontade de ser editora a vida inteira (brincadeirinha). Foi uma oportunidade muito bacana e divertida. Então, já que a ideia do blog é deixar nossos depoimentos para eternizar o Mímesis e mostrar para os netos e bisnetos o que aprontávamos na universidade deixo a frase “o talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos (JORDAN, Michael).”
Trabalhar com o grupo foi muito bom. Todos prestativos, entendiam quando eu pedia para que mudassem a pauta como no caso das meninas Moniquinha e Vania, quando eu dizia para a Dessa – essa tua matéria vai ficar linda – e quando eu disse para a dupla dinâmica Duda e Lu que o Fora de Casa estava nas mãos delas. Todas as matérias ficaram com a cara do que planejamos no grupo e o especial mostrou de verdade para o espectador como é morar fora de casa. Os apresentadores Jaque e Eduardo sofreram um pouquinho porque nunca tinham apresentado um tele e me fizeram sofrer junto com eles porque tentava deixá-los tranquilos mas foi difícil (hehe).
Digo e repito se for preciso! Ser editora-chefe de um telejornal não é nada fácil, mas quando se tem um grupo que trabalha junto, unido e com tranquilidade dá vontade de ser editora a vida inteira (brincadeirinha). Foi uma oportunidade muito bacana e divertida. Então, já que a ideia do blog é deixar nossos depoimentos para eternizar o Mímesis e mostrar para os netos e bisnetos o que aprontávamos na universidade deixo a frase “o talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos (JORDAN, Michael).”
sábado, 13 de abril de 2013
Deu certo
Na divisão de tarefas, seria repórter na primeira edição no
nosso filho Mímesis. E, para melhorar, ao lado da minha amiga/irmã Duda
Pavanatto. Fazer o primeiro Fora de Casa me proporcionou grandes
alegrias. E tenho certeza que para minha colega também. Afinal, foram
nossas dicas, junto com a edição que identificou a "cara" do quadro. As
coisas aconteceram sem muito planejamento. Era a primeira vez. Tínhamos
tido pouco contato com o telejornalismo. Vou exemplificar situações que o
destino desenhou o estilo do nossa Fora de Casa. Por não termos
preparado offs, nos arriscamos na edição sem eles. Seria estilo
documentário e o resultado ficou melhor que o esperado. Por não termos
feito nossa entrevistada dizer o lugar de onde veio (no caso Goiás,
ponto principal daquela edição), criamos aquela legenda com cidade de
origem e cidade atual. Digo essas coisas para demonstrar que, mesmo sem
preparação, é possível produzir e fazer ficar bonito. Essa primeira
edição mostrou duas coisas importantes: roteirizar bem a reportagem,
antecipadamente, é essencial, mas usar a criatividade para se salvar
também pode dar certo.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Estrelando: Fora de Casa
Nesta primeira edição do Mímesis, fui uma das repórteres. Acompanhada de minha colega, Luiza Adorna,
apresentamos o quadro Fora de Casa que, junto com as repórteres, também
estreava no programa. O Fora de Casa foi
pensado como algo em que o pessoal de casa (que reside em Santa Cruz do Sul) pudesse conhecer
os dois lados, o positivo e o negativo, daqueles estudantes que saem da casa
dos pais para buscar um novo objetivo: cursar a faculdade e se tornar
independente.
Para esse primeiro episódio eu, a Luiza e mais todos os outros
componentes do grupo, resolvemos abordar a rotina dos moradores das famosas
pensões para estudantes. A escolha dos cases
não foi nada difícil, até porquê a maioria dos acadêmicos, mora em alguma
pensão. Depois de seis possíveis entrevistados, optamos por dois nomes. Duas
pessoas não é um número pequeno, não. E só para constar 3min e 30seg é um tempo
terrivelmente curto quando se trata de televisão, ainda mais quando temos duas
belas histórias para contar. Pois bem, Lhuanna e Daniel seriam nossas apostas.
Daniel veio de Venâncio Aires, aproximadamente, 30min de viagem. Já Lhuanna
veio de Goiás há quilômetros de distância.
Confesso que não tivemos muitos
problemas com a gravação, exceto aquele pequeno susto que dá quando o entrevistado
liga, 1h antes do combinado, e diz que a entrevista vai ter que ser adiada. Mas,
foi só o frio na barriga mesmo, porque no final deu certo. O trabalho de
jornalista não é para qualquer um. Lembro agora da parte mais complicada de
tudo isso: quando a Lhuanna, ao ouvir sua mãe falando ao telefone o quanto
sentia sua falta, chorou. Talvez algum outro repórter, que estivesse no meu
lugar, não se emocionaria mas, eu entendo e vivo essa dorzinha que da, sentir
saudade, me comovi. Não venho de um lugar tão longe quanto Lhuanna, é até bem
pertinho, mas, mesmo assim, segurei ao máximo para não abraçar ela e ficarmos
as duas ali, chorando juntas.
Essa foi minha primeira vez como repórter, nunca
havia passado dos boletins e logo na primeira tentativa eu sou obrigada a lidar
com um acontecimento tão delicado. Enfim, depois de uma tarde na ilha de
edição, acompanhadas pelo pacientíssimo Valmor Emmel, que nos ajudou, o quadro
estava pronto e 100kg desapareceram dos nossos ombros. A experiência não
poderia ter sido melhor. Que venha a próxima edição!
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Clubes de Leitura
Eu fui repórter da primeira edição do Mímesis. O tema da minha matéria
foi a leitura - focando nos clubes de leitura e nas relações entre
leitura e Internet. A pauta já me chamou a atenção antes mesmo de
produzí-la, pois é interessante pensar nas singularidades do mundo da
leitura atual.
O meu primeiro passo foi assistir ao filme O clube de leitura de Jane Austen. Então entrevistei a bibliotecária Jorcenita Vieira que é uma das líderes do clube "Sobre livros e leituras, de Santa Cruz do Sul. Também conversei com a Helena Jungblut, estudante de Letras, que possui um Sebo no Facebook que possibilita trocas e vendas de livros usados e serve como espaço para a divulgação de obras literárias.
A internet também contribui com a literatura. Na matéria falei sobre o Estante virtual, que reúne acervos de sebos e livreiros e o Skoob,
uma rede social voltada para a leitura.
Foi muito legal fazer essa
reportagem e ter esse espaço para explorar temas que não são abordados
com tanta frequência na televisão.
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